Nesta quarta feira, tive reafirmada minha convicção de que uma escola, seja ela de que nível for, tem por obrigação, oferecer a seus alunos o contato com a arte, a cultura, tanto a popular quanto a erudita. Muitas vezes relegado, em função de conteúdos, de informações, de avaliações sem fim, o contato com a arte oferece uma visão diferenciada do materialismo consumista que nos cerca.
A emoção que transparecia no olhar da professora e dos alunos do curso de Letras da UNISUZ, que tiveram o privilégio de ver, ouvir e sentir a música do maestro João Carlos Martins, acompanhado da Orquestra Filarmônica Bachiana Sesi e dos alunos da escola Jussara Feitosa Domschke, de Suzano, dizia muito mais do que as palavras que brotavam ainda ofegantes pelos momentos vivenciados.
João Carlos Martins e Orquestra Filarmônica Bachiana - SESI
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"Música se faz com o coração" diz o Maestro e continua "cada vez que a gente aperta uma tecla é porque nela colocamos nossa alma e nosso coração". O exemplo de vida desse virtuose do piano que superou sua dificuldade, tornando-se maestro e criando a Orquestra Filarmônica Bachiana, a Bachiana Jovem e o projeto A música venceu, em escolas de ensino fundamental, emociona e nos faz acreditar que um mundo melhor ainda é possível.
Para aqueles que desejem conhecer mais a respeito de João Carlos Martins trago uma reportagem que conta um pouco de sua vida.
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